A decisão, o fim de um processo




Não resta dúvida que para muitos o mercado de ações é fascinante e extremamente excitante. Ele é capaz de potencializar sentimentos obscuros e típicos da natureza humana como a cobiça, o egoísmo, a soberba e a ganância.  Os investidores que se encontram neste estado de overdose de emoções tornam-se arquitetos de complexas operações “vencedoras”  isentas de fundamentos consistentes. Decisões sem base levam muitos ao preciso caminho rumo ao fracasso.

Não é raro encontrar pessoas que operam com a mente entorpecida por pensamentos como:

  • Ah, se eu não tivesse tido pressa para finalizar esta operação , teria ganhado uma bolada.
  • Vou operar opções afinal,  o que rende 45% em um dia?
  • Se quiser ficar rico em pouco tempo opere alavancado com derivativos

Espera-se que pensamentos carregados de emoções se esvaiam da mente do investidor com seu avanço nos estudos a respeito da dinâmica do mercado financeiro, com o acúmulo de  experiências adquiridas ao realizar operações e com a conquista da verdadeira disciplina e autocontrole.

Os investidores “velhos de mercado” sabem que um bom processo decisório envolve os seguintes pontos básicos:

  • conhecimento mínimo a respeito do mercado de ações.
  • Estratégia de investimento bem definida.
  • Capacidade de antever cenários mais prováveis para uma dada ação ou setor.
  • Controle emocional.

Quanto mais desenvolvido o investidor estiver em tais pontos, melhor será o seu processo decisório e bem embasados estarão os argumentos para posterior explanação a respeito do desempenho de sua carteira.


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